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Piauienses que tiveram auxílio emergencial recusado podem recorrer à DPU

Os piauienses que tiveram o pagamento do auxílio emergencial negado podem procurar a Defensoria Pública da União para recorrer. Segundo o defensor público federal André Amorim, o atendimento no momento está sendo feito apenas pelo telefone (86) 9 9978-0104, devido à pandemia do coronavírus, que impede o atendimento presencial.


"A DPU está atuando desde o início, tanto coletivamente, tentando aproximação com o Ministério da Cidadania, quanto de forma individual, porque muitas pessoas estão buscando atendimento", explicou.
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Quem pode recorrer

Segundo ele, as pessoas que podem fazer o pedido de contestação são aquelas que tiveram o pedido negado. Aquelas que ainda estão com a solicitação em análise, devem aguardar.

"O ideal é que procure com a negativa, porque se não tiver a negativa da Caixa, a gente vai ter que solicitar a espera", explicou. Outro caso que pode ser acionado, dependendo das especificidades da situação, é de pessoas que aguardam a análise da solicitação há mais de um mês, por exemplo.

Possíveis motivos para a negativa

Ele explicou que o Ministério da Cidadania somente aceita a contestação em alguns casos específicos e que as Defensorias têm atuado para ampliar a possibilidade de reanálise.

André Amorim explicou que servidores públicos e pessoas que já recebiam algum tipo de benefício, como aqueles no CadÚnico, que receberam seguro desemprego, seguro defeso, ou tinham benefício previdenciário, podem ter tido o pedido negado e podem recorrer.

"Paciência"  

O defensor pediu ainda paciência à população, explicando que a demanda pelo atendimento está bastante alta.
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"Só em um dia, tivemos mais de 1 mil mensagens recebidas pelo telefone de atendimento. Então pedimos calma, paciência, estamos nos desdobrando para atender a todos, porque temos uma estrutura pequena em relação a outros órgãos federais, estamos fazendo o possível", explicou.

Ele disse ainda que inicialmente a tentativa é de conciliação e, somente em caso de uma segunda negativa, a ação pode ser judicializada, ou seja, a Justiça pode ser acionada para resolver o impasse.

Fonte: G1 Piauí

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