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Rebeliões deixam 55 mortos em presídios de Manaus em dois dias

Edmar Barros / Futura Press/Folhapress
No domingo, durante rebelião, familiares que estavam no Compaj correrram para quadra com intuito de evitar confronto
Menos de 24 horas depois da morte de 15 homens em motim no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, neste domingo (26), outros 40 detentos foram encontrados mortos em outras três unidades prisionais da capital amazonense, todos por enforcamento. Inicialmente, o governo amazonense havia divulgado que 42 novos corpos foram achados, mas o número foi revisado para 40 durante a noite desta segunda, totalizando 55 mortos.
Além do Compaj, houve mortes no Centro de Detenção Provisória Masculina 1 (CDPM1), no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) e na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).
Conforme o governo de Amazonas, todos os mortos têm indícios de morte por asfixia. O governo federal anunciou intervenção no complexo prisional do Estado.
Até o momento, só em um dos casos foi confirmada a identidade da vítima. Fábio Queiroz Ferreira, 39, foi encontrado morto dentro da própria cela por agentes que o conduziriam para audiência no Fórum de Justiça. Ele cumpria pena por porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas no CDPM1, na mesma estrada vicinal que dá acesso ao  Compaj. Os nomes dos demais presos não foram divulgados.

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