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Devido alagamentos mais de 200 famílias estão desabrigadas em Cabeceiras do Piauí

Mais de 200 famílias tiveram que sair de suas casas por conta dos alagamentos ocorridos devido ao alto índice pluviométrico em Cabeceiras do Piauí. Cerca de 10 famílias estão alojadas nas escolas municipais e o restante em casa de parentes. Em entrevista ao GP1, na manhã deste domingo (15), durante a visita do Ministro de Integração Nacional, o prefeito José Joaquim explicou como está a situação do município com o forte período chuvoso.
“Nos últimos trinta dias, a incidência de chuvas aumentou na região. Cabeceiras fica entre o rio Longá e o Marathaoan, ou seja, trata-se de uma mesopotâmia. O município é banhado por muitos riachos, lagoas e açudes, sendo que um deles, o açude da Mutuca, pode romper. E, se isso acontecer, cerca de 40 famílias podem ficar desabrigadas”, explicou.

Sobre o risco de rompimento do açude, o gestor informou que todas as medidas possíveis estão sendo tomadas. “Nós fizemos a correção da parede e baixamos o sangradouro. Mas, a parede do açude está comprometida. Além disso, estamos tentando tirar as famílias da região, porém muitas se recusam a sair de suas casas”, continuou.
Recentemente, ocorreu uma das maiores chuvas já registradas nos últimos quinze anos na cidade. A chuva foi tão intensa que a água de uma lagoa transbordou e invadiu uma rodovia que corta Cabeceiras do Piauí. Além disso, um riacho também transbordou e derrubou quatro residências na localidade Água Fria.
O período escolar também ficou prejudicado com os alagamentos. José Joaquim Sousa revelou que mais de 50% dos colégios tiveram suas atividades encerradas. “Essas escolas tiveram que ser fechadas por conta das chuvas e pelo fato de muitas regiões estarem isoladas, ou seja, de difícil acesso.

Cerca de 800 a mil alunos ficaram prejudicados”, contou o gestor. Com todos os estragos ocasionados pelo intenso período chuvoso, o prefeito destacou a ajuda dada pelo Governo do Piauí ao município.

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