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Professores do CEQ Patricio da Cunha Costa participaram da I formação sobre educação QUilombola no MA


Professores que atuam em escolas quilombolas de ensino médio da rede pública estadual do Maranhão participaram do curso de Formação Continuada em Educação Escolar Quilombola, promovido pelo Governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado da Educação – SEDUC – MA.

A formação conta com a presença de professores e gestores de escolas quilombolas, técnicos das Unidades Regionais de Educação (UREs), autoridades e representantes da sociedade civil e de movimentos sociais. 
O professor de História José Raimundo, natural de Boa Hora PI atua na rede pública de ensino do estado do Maranhão e participou do curso de formação.
O professor relatou que a formação foi muito importante e que aprendeu bastante durante o curso, “Um dos pontos bastante debatido foi sobre a temática da desconstrução da imagem que temos do continente africano que foi produzido pelo ocidente europeu, então é importante reconhecer o legado dos africanos na construção da história do Brasil e buscar a afirmação da nossa identidade como descendentes dos negros. Outra questão de debatida foi sobre a aplicação da lei 10.639/2003, que ainda é silenciada nas nossas escolas e como as nossas instituições devem trabalhar a temática das relações étnico-raciais no processo educacional. Outros temas bastante debatido também foi a ideia do mito da democracia racial na sociedade atual, da valorização da história da África e da preservação das nossas raízes africanos”, disse o professor.

A cidade de Brejo no Maranhão, foi representada pelos professores (as) José Raimundo, Ana Léia Morais (gestora), Ana Lúcia Bernardo e Reuber que atuam no Centro de Ensino Quilombola Patrício da Cunha Costa (CEQ) e povoado Vila das Almas, Brejo – MA.

A professora Ana Léia Morais, relatou que a formação foi um momento muito enriquecedor na vida dos professores, “essa formação foi fundamental para nós gestores,  há tempo esperávamos por este momento, considerando que assumimos a gestão da escola sem termos tido uma orientação necessária para podermos trabalhar com essa especificidade, agora  trouxemos da formação muitas contribuições significativas para  podermos trabalhar no sentido de efetivação da educação escolar quilombola, e também vai nos ajudar a reprogramar a escola pedagogicamente para o ano letivo de 2018”. Finalizou a diretora. 
A formação aconteceu durante os meses de setembro, outubro e novembro de 2017 na capital São Luís.





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