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MENOS MÉDICOS: 240 médicos cubanos devem deixar o Piauí. Diário de Barras.com

Com contrato de três anos vencendo em agosto e sem acordo com o Governo Federal, 240 médicos cubanos devem deixar o estado do Piauí.



Com contrato de três anos de permanência com vencimento em agosto e sem acordo com o Governo Federal, 240 médicos cubanos que atuam em 132 municípios do Piauí, dentro do Programa Mais Médicos, voltarão para Cuba, em novembro, informou, nesta quarta-feira, dia 20, a coordenadora da Comissão Estadual do Programa Mais Médicos e Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), Maria Edvani Braga.
Ela informou que foi realizada uma reunião com representantes da Organização Panamericana de Saúde (OPAS), incluindo o assessor que acompanha os médicos de Cuba, Bernardo Eustáquio, e o Ministério da Saúde, em Brasília, na sexta-feira, dia 15, quando foi informado que os médicos cubanos voltarão ao seu país em novembro.
Maria Edvani Braga afirmou o Programa Mais Médicos tem 362 médicos em 141 municípios do Piauí, incluindo os cubanos, os brasileiros que foram selecionados para o programa e os intercambistas, médicos de outros países que estão trabalhando no país.
Os cubanos chegaram a ser 270, mas 17 profissionais saíram do Programa Mais Médico porque não concluíram o curso de especialização em Saúde da Família; e 13 médicos cubanos voltaram para seu país para resolver problemas pessoais ou familiares.
A saída dos médicos cubanos, na análise de Maria Edvani Braga, significa que ficarão 270 equipes sem o profissional de Medicina. Ela lembra que antes da chegada dos médicos cubanos para o trabalho na atenção básica de saúde do Piauí os prefeitos tinham dificuldade de conseguir médicos para seus municípios porque o médico só podia trabalhar uma vez por semana ou ir para o município uma vez por mês.
“Com os médicos do Programa Mais Médico trabalhando de segunda-feira a quinta-feira e morando no próprio município. Os médicos cubanos melhoram no interior do Piauí a cobertura do programa de pré-natal, e da puericultura evitando que muitos pacientes fossem transferidos para atendimento médico”, afirmou Maria Edvani Braga.
Fonte: Meio Norte.

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